Sepse Chip

Especialidades: Infectologia, Medicina Intensiva

Genes de resistência a antibióticos: mecA: gene de resistência a Meticilina; vanA: gene de resistência à Vancomicina; vanB: gene de resistência à Vancomicina; kpc: Carbapenemase de classe A; sme: Carbapenemase de classe A; nmc/imi: Carbapenemase de classe A; blaSHV: ß-lactamase de espectro estendido SHV; blaCTX-M: ß-lactamase de espectro estendido CTX-M; ges: Carbapenemase de classe A; vim: Carbapenemase de classe B
gim: Carbapenemase de classe B; spm: Carbapenemase de classe B; ndm: Carbapenemase de classe B; sim: Carbapenemase de classe B; imp: Carbapenemase de classe B; oxa 23: Carbapenemase de classe D; oxa 24: Carbapenemase de classe D; oxa 48: Carbapenemase de classe D; oxa 51: Carbapenemase de classe D; oxa 58: Carbapenemase de classe D

Mais de 50% dos pacientes com sepse no Brasil falecem, índice de mortalidade mais alto que em países como Índia e Argentina.
Um diagnóstico rápido e assertivo nas primeiras horas aumenta a chance de sobrevivência do paciente em 80%.

A escolha do tipo de diagnóstico também faz toda a diferença para o sucesso do tratamento. Na cultura e isolamento a metodologia é laboriosa e demorada, o que leva a tardia liberação de leitos de UTI e aumento de gastos hospitalares. O diagnóstico tardio também leva ao maior uso de antibióticos de amplo espectro, o que pode elevar o surgimento de resistências e danos ao paciente.

Utilizar o teste de biologia molecular combinado a hibridização reversa permite diagnóstico rápido a partir de uma hemocultura positiva, sem a necessidade de plaqueamento e isolamento, toda técnica é realizada em apenas 4 horas.

Neste método identifica-se o patógeno e genes de resistência, garantindo um tratamento correto ao paciente e a liberação de leitos de UTI de maneira mais precoce.

Diagnóstico tardio pode levar a tratamentos incorretos e elevar custos

Diagnóstico Molecular:

+ RÁPIDO

Diagnóstico em poucas horas

+ SENSÍVEL

Diagnóstico de alta sensibilidade

+ SIMPLES

Fácil interpretação dos dados
Sem necessidade de extração prévia do DNA.
Todos os reagentes necessários fornecidos em um único kit

+ ACESSÍVEL

Uma amostra para detecção de 36 patógenos e 20 genes de resistência.
Precisão, especificidade e alto desempenho
Laudos completos com análise realizada pelo próprio equipamento.

Metodologia Flow Chip

Esta metodologia envolve a amplificação simultânea de diferentes patógenos através de uma PCR seguida de hibridização reversa (dot blot) utilizando sondas específicas de DNA imobilizadas em uma membrana de nylon, o CHIP.

 

Kit XGEN Multi Sepse Flow Chip
Metodologia/Tecnologia Flow Chip
Quantidade de Testes 24 testes e 48 testes
Equipamentos HS12, HS24, HS12A
Amostras Hemoculturas positivas; swab retal e nasal; colônias.
Modelo

PCR:

XG-SPSP-MB-24
XG-SPSP-MB-48

Hibridização:

XG-SPSH12-MB-24
XG-SPSH12-MB-48
XG-SPSH24-MB-24
XG-SPSH24-MB-48

Registro ANVISA: 80502070052

DOWNLOADS

ORÇAMENTO

Equipamentos

Os equipamentos Hybrispot são plataformas que realizam a hibridização reversa do DNA através do vácuo vertical e temperaturas controladas.

 

HS12 – Hybrispot 12 (VIT-HS12)

Plataforma manual*

Registro Anvisa Nº: 80502070046.

hs12

HS24 – Hybrispot 24 (VIT-HS24)

Plataforma semi automatizada*

Registro Anvisa Nº: 80502070046.

hs24

HS12A – Hybrispot12 PCR Auto (VIT-HS12A)

Plataforma automatizada

Registro Anvisa Nº: 80502070076

hs12A

*Equipamento não contém termociclador

Eu sou um bloco de texto. Clique no botão Editar (Lápis) para alterar o conteúdo deste elemento.